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.: Créditos :.
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Fúnebre
Rosas murchas
Tempo medo
Restos solidão
Segredos tolos
Tão certos de engano
Me enrolo nos sonhos fingidos
Penso minto
Me enrolo com os desejos escondidos
Sofro rasgo
Gasto lápis
Escrevendo besteiras de amor
Frases imperfeitas
Conjugadas a seu favor!
Rasgo
Rasgo
Rasgo, meu amor!
Sonhei com você
Pensei que até, talvez, poderia ser!
Quem sabe, por favor, meu amor
Me fale, me fale, me fale...
... rosas murchas...
Drika Duarte
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Meu nada
Saiam e tirem do meu rosto
Esse gosto de sangue!
Saiam e deixem as gotas do meu coração
Assim procurem uma outra estrada
E me deixem em paz com o meu nada!
O nada que plantei com a esperança do alvorecer da manhã
O nada que jurei ser perfeito em palavras vãs
Com pecados calados e excêntricos
Com pinturas relatadas pelos cantos
Com um costume místico de certezas duvidosas
Com frases cantadas da boca pra fora!
Com vontades que vieram e foram no mesmo instante!
Com surpresas inspiradas no tempo
Com a folha que é levada pelo vento!
O espelho agora silencia
As palavras ocultada da agonia
O espelho agora me redime
Aos olhares secretos que me proíbe
O espelho agora me relata
O olhar empolgado com esta data!
O espelho agora espreme o meu reflexo
E eu, vejo o meu eu descoberto!
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